quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Desafios diários
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Mito desfeito
Praga - o início
I'm back
domingo, 4 de julho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Dia 2 - Plitvice
Diário de bordo - Dia 1
Acordei cheia de vontade de férias, praia, bom tempo. Abri a janela e estava frio e a chover. Pensei: começamos bem...
Mas lá arranjei a malinha, meti-me a caminho do aeroporto e ao sair do avião em Viena, um calor brutal. Fiquei logo animada e com a sensação que estas férias iam correr bem, muito embora não conhecesse nada nem ninguém no destino e tivesse ido sozinha (porque sim, porque me fazia falta viajar e vale mais ir de férias sozinha do que ficar na cidade sozinha)
Em Viena apanhei o voo de ligação para Zagreb, meia hora de viagem apenas. Falei sempre em alemão para informações, responder a perguntas ou pedir apfesaft :)
Cheguei a Zagreb antes das 6. Um calor brutal. Ao sair do aeroporto passo por uma zona de controlo onde me pedem o passaporte, e eu claro, ignorante, tinha-me esquecido por completo que a Crácia não faz parte de união europeia e é preciso passaporte para entrar no país. Felizmente, como odeio o BI português, nunca ando com ele e trago sempre o passaporte comigo. Sorte :)
O aeroporto de Zagreb é bebé. Especialmente quando se está habituada a ter de atravessar toda a T1 de Barcelona que é gigante. Lá fora, enquanto esperava o autocarro que me ia levar ao centro da cidade, um americano de biceps gigantes pede-me para lhe tirar 1 foto com o pai. Depois mete-se à conversa. Era de New Jersey, o pai era croata e vinha para um casamento. O rapazinho era interessante e continuámos à conversa, mas bem depressa deu para ver que toda a matéria cinzenta tinha sido gasta nos bíceps. Quando falámos de Nova Iorque, ele diz-me todo emocionado: quando fores lá tens de ir a uma discoteca que é a melhor de New York. Eu vou todos os fins de semana e é incrível, 1 mundo à parte... E eu, ansiosa pelo conselho: qual, qual?
Responde o mocinho, que o melhor clube de NY é... o Pachá.
Tentei não rir à gargalhada e percebi logo que a nossa relação não ia ter futuro :D
Quando saimos no autocarro, cada um à sua vidinha, boa sorte e nem sequer perguntei nomes. Para mim ele será sempre o farronco do Pashá
domingo, 13 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
estou oficialmente apaixonada pelos croatas
segunda-feira, 17 de maio de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
You should have met me in the 50's
Mas porque sinto 1 peso na consciência por vos ter meio abandonados, prometo que este post vale por mil. Pelo menos para mim.
Tão bora lá a isto:
Sábado à noite, 3 aniversários num com direito a festa rija. Passo a descrever o conceito:
Festa grande em apartamento pequeno. É isso mesmo. Uma festa grande (com tipo 60-70 pessoas) num apartamento no centro do Raval com mais ou menos 70 m2. Pequenino, pequenino. É 1 metrito quadrado para cada pessoa, na casa inteira, incluindo casa de banho. Com Djs, Banda, Rock and Roll, comida e muiiita bebida.
Tema: Os anos 50.
Superada a decisão do vestuário no Sábado à noite, esperei as minhas 3 princesas tugas para nos vestirmos em minha casa. Sessão de fotos e fartote de rir. Não é todos os dias que nos vemos com estas pintas. Eu pelo menos desde os meus 8 anos que não calçava sapatinho vermelho com peúga branca assim com tanto orgulho.
Vamos pela rua e metro na cidade nestas figuras: cabelo enrolado para fora, meu deus, óculos de gata que a meio da noite ficaram sem lentes porque não via nada. A Marisa era uma olivia newton john antes de ser “engraxada”, bem comportadinha, a Raquel a gaja de praia, elegante, st. Tropez, a Cátia era hospedeira de bordo santinha. Eu era a rocker rebelde (ou pelo menos tão rebelde quanto se pode ser com peúga branca e laçarote na cabeça). E sim, as pessoas olhavam.
Chegamos à festa, toda a gente bem disposta, os vestidos brutais, uma das aniversariantes tinha 1 fato de banho dos 50, alugado, que lhe ficava a matar e fazia conjunto com o do namorado (também feminino, com os peluncios a dar o seu ar de graça) . Havia Elvis, havia sputniks, havia de tudo. A música brutal, o ambiente brutal, mas a certa altura estava demasiada gente n1 espacinho tão pequeno que mal dava para mexer os cotovelos, quanto mais para dançar rock and roll.
Fomos à rua 1 apanhar ar e beber um café à esquina, enquanto nos lamentávamos que os Vampire weekend tocaram essa noite em Barcelona e que já não encontrámos bilhetes. E porque é que tinham de tocar numa sala tão pequena, porque não vêm ao estádio onde há mais lugar? E que a vida é injusta, e que gosto tanto deles, e quero morrer e a minha vida é uma merda e quero os Vampire weekend Buuáaaaa
Voltamos à festa e tinha chegado uma amiga que tinha ido ao concerto. E emocionada, a babar-me, pergunto: Como foi o concerto de vampire weekend? Como é que foi, como é que foi?
Responde ela: Muito bem, trouxe-os comigo
Inga: Ok, mas conta lá, como é que foi o concerto?
Ela: Foi fixe, e a sério. Eles estão ali na sala.
Volto a entrar na sala de 15 metros quadrados com banda brasileira a tocar, cheia de gente disfarçada a dançar e a rir-me da Andrea, coitada, tem com cada coisa... quando olho e vejo 4 gajos giros, não disfarçados, e com ar de Vampire Weekend. E claro que eram os Vampire Weekend!!!
Estavam ali, a um cantinho, a beber 1 jola, a abanar-se 1 bocadinho, com ar de tímidos... Os Vampire Weekend no Raval! Ali, assim, sem mái nem menos
Ainda falámos com eles, eles dizem que é a terceira vez que vêm a Barcelona, que adoram, tiraram 1 foto com as tugas, aproveitaram os instrumentos da banda que fez 1 intervalo, tocaram 2 músicas para nós naquele lugar minusculo, Tiraram-nos fotos (eles... a nós... à festa...)
E eu só pensava... isto não é verdade. Não pode ser. Como é que estas coisas acontecem nesta cidade?
Há 1 explicaçao lógica: a miúda que foi ao concerto foi depois comer com o namorado a 1 bar onde não estava mais ninguém a não ser eles e os Vampire. E ela falou com eles, disse que ia a 1 festa, se eles queriam vir. E eles vieram. Assim tão simples e eficaz.
Foi mítico
Estou à espera que me enviem os videos (e juro que cantam brutalmente bem ao vivo), mas para já fica a fotito para provar que não estou a sonhar nem a inventar coisas.

E olha aqui o video bonito, para nao dizerem mesmo que estou a inventar.
Brutal!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Frrrriiiiiiioooooo
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
CPC
Para quem não sabe do que estou a falar - http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1465586
Não as vou meter aqui porque é muito cedo ainda e as criancinhas podem estar acordadas e depois têm pesadelos - não pela pornografia, que como sabem, não tenho nada contra, mas porque o resultado é assustador...
Aliás, como diz o próprio autor: "Queria perceber a evolução das expressões da mulher durante o orgasmo até à do sofrimento final, em que parece estar a ser torturada". Torturada é pouco. A mim dá-me a sensação que também faço aquela cara quando me entalo numa porta ou estou a depilar partes sensíveis.
Mas também não quero chegar aqui ao tema das caras orgásmicas, que, tiradas do contexto realmente conseguem ser bastante ridículas (desculpem, amiguinhos, é verdade. Vocês fazem cara de parvos quando chega o momento...)
Não querendo gozar mais (hihih, perceberam? Gozar? Hahaha. Ok, n teve piada) com os orgasmos da senhora, outros valores mais altos se levantam... e por isso tenho de dar crédito à exposição: o fotógrafo é um artista sim senhora
- Conseguir atacar a fera e tirar fotos ao mesmo tempo sem que fiquem tremidas não é para qualquer um.